Personalidades

Padre Fábio de Melo Revela que Come Macumba Fresca

Não é de hoje que o Padre Fábio de Melo se envolve em uma polêmica, desta vez o religioso se envolveu em uma confusão com os adeptos da macumba.

Em um dos seus sermões na Igreja Católica, o Padre Fábio de Melo evidencia que os fiéis não devem temer aos trabalhos de macumba.

Veja a declaração do Padre:

“Você tem um poder dentro de você. E foi o Senhor que disse, lá dentro do evangelho: ‘você tem o poder de fazer milagres como eu fiz. E muito maiores. Vocês tem o poder de expulsar demônios’. Aí você treme toda quando vê aquela galinha preta na porta da sua casa.

Meu Deus do céu, fizeram uma macumba pra mim. Se você achar, se você de fato acredita que uma galinha preta na porta da sua casa com um litro de cachaça tem o poder de trazer destruição na sua casa, na sua vida, você não conhece a força do Cristo ressuscitado. Com todo respeito a quem faz a macumba, pode fazer na porta da minha casa que se tiver fresco a gente come”

Polêmica

Após o sermão do Padre Fábio de Melo se tornar um dos assuntos mais comentados da internet, o babalaô Ivanir dos Santos notificou o religioso pelas críticas a macumba.

Ou como ele mesmo disse: “tratando de forma desrespeitosa religiões de matriz africana”

Após e enorme polêmica, o Padre Fábio de Melo se desculpou:

“Sempre manifestei publicamente o meu respeito a todas as religiões. O candomblé fez parte da minha origem. Nunca quis ofender ou desmerecer quem quer que seja. Apenas expressei, durante uma celebração cristã, convicções cristãs. Peço perdão aos que se sentiram ofendidos. Eu não sou proprietário da verdade. Eu estou em busca dela. Quero o esclarecimento espiritual que me coloque ao lado de todos. Diferentes e iguais a mim. Somos irmãos e não me sinto melhor que ninguém. Se fui infeliz na forma como expressei o meu não crer, perdoem-me. Já fiz um contato com o babalorixá Ivanir dos Santos. Ele foi extremamente gentil comigo. Nosso desejo é esclarecer que tolerância religiosa não significa abrir mão do que cremos ou não cremos, mas conviver harmoniosamente, colaborando na construção de um mundo melhor. O mundo já está dividido demais para que criemos outras divisões a partir de nós.”

 

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